Filé de Alagoas: conheça nosso patrimônio além das praias 

Famoso pelas belezas naturais, praias, inegavelmente, incríveis, nosso estado vai além dos tons de verde e azul dos quilômetros de […]

Famoso pelas belezas naturais, praias, inegavelmente, incríveis, nosso estado vai além dos tons de verde e azul dos quilômetros de mar do litoral. O filé de Alagoas é um exemplo de como é fácil de apaixonar-se por nossa terra. O patrimônio que orgulha-nos e encanta quem chega é enorme! Escrevemos esse texto para te mostrar como o artesanato alagoano é incrível. Confira!
O bordado de filé é uma tradição que atravessou o tempo. Mais que isso: ajuda a contar a história das lagoas Mundaú, Manguaba e municípios ribeirinhos, onde as rendeiras usam as linhas coloridas para tecer o sustento e parte da nossa cultura.
 Filé de Alagoas

O que é o filé de Alagoas?

O filé é um tipo de bordado, genuinamente, alagoano. A maior parte das rendeiras estão no Pontal da Barra, em Maceió, mas o ponto também é feito em cidades como Marechal Deodoro – onde fica a Praia do Francês – e Coqueiro Seco, região metropolitana da capital.
O trabalho de tecelagem manual e é feito com uma agulha igual às que são usadas para fabricação de rede de pescar, o que conecta, ainda mais, esse tipo de artesanato às lagoas de Alagoas. As “filezeiras” enchem a rede com bordados incríveis e super cuidadosos. Quando a peça – saídas de praia, toalhas, caminhos de mesa, bolsas e muito mais – está pronto é passada pelo avesso com o ferro quente.
Antigamente, as rendas eram feitas apenas com fios brancos, extraídas com corante natural das plantas da região estuário. Depois, o filé de Alagoas ganhou cores, combinações e, claro, os corações de quem conhece a técnica.
(Ah, além de tudo isso, vale experimentar todas as outras delícias da região do Pontal da Barra, como a culinária local e o pôr do sol com vista para a lagoa. Inesquecível!)

O filé de Alagoas: patrimônio imaterial

Em 2014, o bordado foi registrado como patrimônio cultural e imaterial de Alagoas por expressar cultural tradição e expressar a ancestralidade de várias comunidades. A ideia desse reconhecimento também é preservar para as próximas gerações, esse pedaço de cores vibrantes da história do estado.
As mãos habilidosas tecem mais que os pontos do filé de Alagoas, que têm nomes curiosos, como Girassol, Rosa, Besouro, Três Marias, Barafunda, Jasmim, Bom Gosto e tantos outros… Elas costuram, uma a uma, há tantos anos, a identidade alagoana.
E como diz Gilberto Gil na linda canção A Linha e o Linho, “Nossa colcha de cama, nossa toalha de mesa, reproduzidos no bordado a casa, a estrada, a correnteza, o sol, a ave, a árvore, o ninho da beleza”. Vem conhecer Alagoas! 

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